
Assecom / Dep. Neto Evangelista
O deputado estadual e advogado Neto Evangelista (MDB) atuou como assistente de acusação do Ministério Público no julgamento que resultou na condenação de André Luís pelo feminicídio de Jessyca Paixão. O Tribunal do Júri foi realizado no dia 25 de junho, no Fórum Desembargador Sarney Costa, em São Luís.
Representando a família da vítima, Neto Evangelista atuou ao lado do Ministério Público na sustentação da acusação. Ao final do julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu as qualificadoras de feminicídio, motivo torpe e asfixia.
Jessyca Paixão foi assassinada em setembro de 2023, na região do Tinaí, no Maracanã, em São Luís. Ela tinha 27 anos e deixou dois filhos pequenos. Após a condenação, Neto Evangelista destacou que a decisão representa uma resposta da Justiça, embora não seja capaz de reparar a dor da família.
“Infelizmente, vivemos uma epidemia de violência contra a mulher no País, e este é um típico caso de feminicídio. Hoje, a Justiça reconheceu isso e deu uma resposta à sociedade. A família da Jessyca sabe que ela não voltará, a sentença não será capaz de devolver a mãe aos seus filhos, que jamais terão de volta o abraço, o carinho e o amor que lhes foram arrancados. É por histórias como essa que não podemos parar de combater a violência contra a mulher”, afirmou Neto Evangelista.
Justiça feita
Emocionada, a mãe da vítima, Conceição Paixão, agradeceu a atuação da equipe durante todo o processo. “Nossa dor nunca vai passar, mas a justiça foi feita. Ele tem que pagar pelo que fez”, disse.
A condenação pelo feminicídio de Jessyca Paixão reforça a trajetória de Neto Evangelista no Tribunal do Júri em defesa de vítimas de violência contra a mulher. Há anos, o deputado e advogado representa famílias que buscam justiça para mulheres assassinadas, atuando como assistente de acusação em julgamentos que resultaram na condenação dos réus. Para ele, cada decisão condenatória vai além da responsabilização criminal. É uma forma de honrar a memória das vítimas e reafirmar que a violência contra a mulher não pode ser naturalizada nem ficar impune.

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